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UTI Neo da Maternidade Odete Valadares promove Dia da Touquinha Maluca e reforça humanização no cuidado

  • Foto do escritor: Karine Pagliarini
    Karine Pagliarini
  • 10 de nov.
  • 2 min de leitura
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A UTI Neonatal da Maternidade Odete Valadares (MOV), da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), em Belo Horizonte, ganhou um colorido especial com o Dia da Touquinha Maluca, uma ação que levou alegria e criatividade à rotina hospitalar. A ideia nasceu de uma conversa descontraída entre profissionais durante o plantão noturno que, inspirados pelo tradicional Dia do Cabelo Maluco das escolas, decidiram espalhar sorrisos também entre os familiares dos pequenos pacientes.


A iniciativa foi liderada pela enfermeira neonatologista Nathalia Menezes Dias, com o apoio da coordenação de enfermagem. As touquinhas foram confeccionadas pela técnica de enfermagem Carine de Oliveira Ribeiro e por sua mãe, Maria de Lourdes de Oliveira Ribeiro. “Pensamos em algo que pudesse colorir o ambiente e trazer leveza aos dias de internação. Cada touquinha é um gesto de carinho pelos nossos pequenos”, conta Nathalia.


Ao todo, 16 recém-nascidos, entre prematuros extremos e bebês nascidos a termo (após 37 semanas de gestação), participaram da ação. A reação das famílias foi imediata e emocionou a equipe.


“Fiquei encantada ao ver meu filho com a touquinha. É uma ideia diferente, que traz alegria em um momento tão delicado”, disse a mãe do pequeno Oliver, Luana de Assis.


Para a equipe da UTI Neonatal, a ação é prova de que pequenos gestos fazem grande diferença, tornando o ambiente mais leve e reforçando o cuidado humanizado.


“Esta ação mostrou que é possível unir técnica, empatia e acolhimento. Foi uma noite especial, marcada por leveza, integração e carinho”, afirmaram os profissionais.


Devido ao sucesso da ação, a equipe pretende realizar novas edições mensais, promovendo celebrações que reforcem a importância do cuidado neonatal e o protagonismo das famílias no processo de recuperação dos bebês.


Humanização


Ações como a da touquinha são previstas na Política Nacional de Humanização (PNH) do SUS, criada em 2003, que reforça a importância de um atendimento mais acolhedor, participativo e centrado nas pessoas, fortalecendo vínculos entre profissionais e, nesse caso, bebês e familiares.


No ambiente neonatal, a humanização é ainda mais necessária. A Portaria nº 930, de 2012, estabelece diretrizes para atenção integral e humanizada ao recém-nascido grave ou potencialmente grave, destacando a participação dos pais nos cuidados e a criação de um ambiente que favoreça o bem-estar da criança e da família.


Com informações e imagens: Agência Minas


 
 

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