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Queijo mineiro de Alagoa leva o Super Ouro, prêmio máximo da ExpoQueijo 2025

  • Foto do escritor: Karine Pagliarini
    Karine Pagliarini
  • 3 de jul.
  • 2 min de leitura
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Um queijo artesanal produzido em Alagoa, no Sul de Minas Gerais, ganhou a medalha Super Ouro e foi eleito o melhor queijo do Concurso Internacional da ExpoQueijo 2025. Italianos e argentinos haviam vencido a disputa nas quatro edições anteriores.


A iguaria Pedra do Segredo, da fazenda de mesmo nome, feita com massa semi-cozida, leite cru e 180 dias de maturação, foi a preferida dos jurados.


“Eu realmente não esperava. Sou um pequeno produtor familiar em uma cidadezinha de 2 mil habitantes. Jamais poderia imaginar que meu queijo superaria italianos e argentinos”, disse o produtor Jayme Porfírio Mendes, que não pôde ir à premiação por questões de saúde.


Ele contou que tira cerca de 300 litros de leite por dia e produz, diariamente, seis queijos. Ele agradeceu o apoio de todos, especialmente da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG), por ter oferecido assistência técnica e orientações que fizeram diferença na trajetória.


As medalhas foram disputadas em 43 categorias, por 127 produtores. Os mineiros receberam 69, sendo 24 de ouro, 21 de prata e 24 de bronze.


O concurso é organizado pela Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), em parceria com a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) e o Instituto de Laticínios Cândido Tostes (ILCT), com o apoio da Emater-MG e do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA).


O concurso tem o objetivo de dar visibilidade aos produtos, profissionalizar a cadeia produtiva e agregar valor aos queijos.


“A ExpoQueijo cumpriu seu papel e o trabalho da Seapa reverberou no resultado: mais de 50% dos queijos vencedores são do nosso estado e o grande vencedor, que leva pra casa o Super Ouro, é mineiro”, disse o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Thales Fernandes.


Tales Fernandes também destacou o trabalho feito pelas vinculadas junto aos produtores. “Estamos no caminho certo. A qualidade dos nossos queijos é superior, temos segurança alimentar, as boas práticas estão sendo feitas pelos nossos produtores e a Emater, o IMA e a Epamig estão trabalhando em sintonia com as políticas públicas”, disse.


Os produtores Reginaldo de Assis Castro e Liliana Patrícia, do queijo Três Irmãos, em Tapira, no Alto Paranaíba, ganharam diversas medalhas em três anos de participação na ExpoQueijo.


Na primeira vez, levaram uma medalha de prata; na segunda, conquistaram cinco; no ano passado, quatro e agora, mais uma. O queijo vencedor deste ano é um Minas Artesanal de Casca Florida, leve, suave e cremoso por dentro.


Liliane conta que começou a produção despretensiosamente, apenas para aproveitar o leite de uma vaca que o patrão havia dado pra eles. Só que o queijo de Liliane fez muito sucesso e as encomendas não paravam de chegar.


Ela se aprimorou, fez cursos e, hoje, eles colhem os frutos de toda a dedicação ao longo de anos. “Estamos sempre tentando adquirir novos conhecimentos e equipamentos para a queijaria. Produzimos cerca de 70 queijos por dia”, disse a produtora.


“Todos os queijos que estiveram aqui são de produtores totalmente dedicados à arte de fazer queijo artesanal. Independente do troféu, eles saem vencedores”, afirmou a organizadora da ExpoQueijo, Maricell Hussein.


Com informações e imagens: Agência Minas

 
 

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