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Montes Claros celebra reconhecimento dos Catopês, Marujos e Caboclinhos como patrimônio cultural imaterial de Minas Gerais

  • Foto do escritor: Karine Pagliarini
    Karine Pagliarini
  • 22 de out.
  • 2 min de leitura

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Montes Claros viveu um momento histórico para sua cultura popular. O Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais - IEPHA-MG realizou a entrega das Declarações de Patrimônio Cultural a grupos de cultura popular da cidade, pelo reconhecimento dos caminhos, expressões e celebrações do Rosário como Patrimônio Cultural Imaterial de Minas Gerais.


A cerimônia marcou o encerramento da programação do evento “Diálogos da Cultura”, realizado pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo em parceria com a Secretaria Estadual de Cultura e Turismo, no Centro Cultural. Durante dois dias, o encontro reuniu gestores, agentes e profissionais da área para discutir políticas públicas voltadas para patrimônio, museus, arquivos, bibliotecas e fomento.


A entrega das Declarações reuniu mestres e representantes das guardas e ternos de Montes Claros, que coloriram o espaço com fé, música e ancestralidade.


Júnia Rebello, secretária municipal de Cultura e Turismo de Montes Claros, destacou a importância deste momento: “O Estado de Minas Gerais tem se esforçado de maneira ímpar para a valorização e o reconhecimento dos grupos da cultura tradicional mineira, através do Projeto Caminhos do Rosário. Coube aos municípios identificar seus grupos, inscrevê-los e reconhecê-los, cumprindo etapas do processo. Desta maneira, foi com grande satisfação que vimos acontecer esta entrega aos nossos grupos de Cultura tradicional, Catopês, Marujos e Caboclinhos, que têm agora o reconhecimento do IEPHA como parte do patrimônio imaterial do Estado de Minas Gerais”.


A secretária acrescenta: "Para nós que trabalhamos com a salvaguarda dos grupos do município de Montes Claros, buscando a proteção dos valores que eles carregam na sua trajetória, este é um momento importante. Vai além da valorização e do reconhecimento. Escreve o município, seu povo, sua cultura na história do Estado de Minas Gerais, elevando nossas manifestações populares, nos irmanando nesta caminhada pela sua permanência'.


Para a gerente de Preservação e Promoção do Patrimônio Cultural da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Montes Claros, Gesiane Mota, “o reconhecimento oficial, materializado por estas Declarações, é a validação de uma resistência cultural que se perpetua por gerações em nossa cidade. Os Catopés, os Marujos e os Caboclinhos são expressões de fé, tradição, arte, ritmo e de comunidade. São guardiões de saberes transmitidos oralmente, de técnicas corporais e musicais únicas.”


Trajados com suas fardas, fitas e adereços, os representantes de cada grupo receberam das mãos da Gerente de Identificação e Pesquisa do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais - IEPHA/MG, Ana Paula Trindade, o Certificado. Um passo importante celebrado em meio a cantos ritmados pelas caixas e tambores. Foram saudados os mestres presentes e ausentes em Vivas a Nossa Senhora do Rosário, a São Benedito e ao Divino Espírito Santo. E ao povo de Montes Claros pelo reconhecimento a esta que é a maior manifestação da cultura popular da região há quase 200 anos.


Com informações e imagens: Prefeitura de Montes Claros

 
 

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