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Coro Sinfônico da Orsse mescla música erudita e popular em apresentação do projeto 'Orsse na Estrada' em Lagarto

  • Foto do escritor: Karine Pagliarini
    Karine Pagliarini
  • 20 de set.
  • 2 min de leitura
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Com o objetivo de descentralizar a música de concerto e alcançar novos públicos para além da capital, o Coro Sinfônico da Orquestra Sinfônica de Sergipe (Orsse) deu continuidade ao projeto 'Orsse na Estrada' na última sexta-feira, 19, com apresentação no Santuário Nossa Senhora da Piedade, em Lagarto. O projeto é uma realização do Governo de Sergipe, por meio da Fundação de Cultura e Arte Aperipê (Funcap), com patrocínio do Banese e BaneseCard.


O repertório da noite mesclou obras eruditas e populares, como Pie Jesu, de Gabriel Fauré; trechos do Requiem, de Mozart; um arranjo coral inédito para Ave Maria Sertaneja; Chuvas de Outono, de Antônio Carlos Plech e Joesia Ramos; e o espiritual negro Ride on, King Jesus, em versão de Moses Hogan.


“É uma alegria muito grande participar do projeto Orquestra na Estrada. Trazer o que desenvolvemos ao longo dos anos com o Coro Sinfônico e com a Orquestra para além dos tradicionais concertos na capital significa disseminar a cultura, formar público e permitir que mais pessoas em outros municípios apreciem e participem do crescimento cultural do nosso estado”, destacou o regente do Coro Sinfônico da Orsse, Daniel Freire.


Para a solista da noite, Verônica Santos, a experiência foi especial. “Achei o público muito caloroso. Considero fundamental essa iniciativa do Governo do Estado, em parceria com as prefeituras, para quebrar o paradigma de que a música de concerto, a música erudita, não pode chegar à grande população”, contou.


A apresentação da Orsse em Lagarto, e a maior presença da orquestra nos interiores, era um sonho antigo de Lila Arévalo. “A apresentação foi belíssima e emocionante. Ficamos impactados com a harmonia das vozes, o coro muito bem regido, muito disciplinado, uma singularidade de vozes. Fiquei muito feliz porque, como alguém que já morou na capital e hoje vive no interior, sei como é importante descentralizar a cultura. Isso cria base para que os jovens tenham contato com experiências que, de outra forma, exigiriam viagens longas. Estou muito feliz com essa nova turnê da Orquestra Sinfônica e do Coro Sinfônico”, disse a moradora da região.


Integrante do grupo folclórico As Lavadeiras, dona Josefa, de 89 anos, também se surpreendeu com o espetáculo. “Eu não esperava ver uma apresentação tão bonita depois da missa. Quis ficar para conhecer, porque essa foi a primeira vez que vi o coro e já gostei muito”, afirmou.


Para a aposentada Clarice Andrade, a noite também foi marcante. “Foi muito importante para mim, porque pude conhecer a Orsse. A apresentação aqui no nosso município foi linda. Já quero ver mais vezes”, destacou.



Com informações e imagens: Governo do Sergipe

 
 

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