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Aposentada diversifica produção e gera renda para a família em Felixlândia

  • 4 de mar.
  • 2 min de leitura

Em 2008, Maria Lúcia Duarte de Oliveira trocou a vida agitada no município de Sete Lagoas pela Fazenda Mourões da Porteira, em Felixlândia, na região Central de Minas Gerais. A proposta inicial era aproveitar a aposentadoria em um local tranquilo e se dedicar ao artesanato.


A professora aposentada conta que apesar de sempre ter tido um estilo de vida urbano, se adaptou bem à rotina do campo. Começou a auxiliar o esposo, Adão Manuel de Oliveira, na produção de cachaça orgânica e propôs o desenvolvimento de novas atividades.


“A proposta de fabricar licores, geleias de frutas, doces, quitandas e queijos surgiu para gerar renda e também para que eu pudesse desenvolver uma nova atividade. Minhas filhas aceitaram a ideia e estamos na atividade ”, conta Maria Lúcia.


Maria Lúcia ainda se dedica aos desenhos, à pintura a óleo e à recepção de visitantes. A família participa do Projeto Ruralidade Viva, programa promovido pela Emater-MG e realizado com a parceria das secretarias estaduais e municipais de Turismo, Cultura e Agricultura com o objetivo de promover experiências turísticas, incentivar a diversificação de atividades e melhorar a geração de renda dos produtores.


Os produtos são comercializados na fazenda e em estabelecimentos do município.



A produção da cachaça está na família desde 1.912. A produtora conta que o esposo produzia a bebida em um engenho simples. “Os recursos eram poucos, mas tínhamos muitos sonhos. Sinto muito orgulhosa de ver meu filho e marido trabalhando juntos e principalmente por saber que teremos sucessão familiar”.


Flor das Gerais é a primeira cachaça mineira certificada como 100% orgânica pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA).


De acordo com o extensionista da Emater-MG, Roberto Carlos Rodrigues, a história da família se destaca pelo protagonismo de Maria Lúcia no desenvolvimento do negócio. “Ela incentivou a melhorar a qualidade da cachaça e a diversificar a produção. Graças ao incentivo dela, a dedicação do marido e o apoio do filho, a cachaça que produzem já recebeu vários prêmios, inclusive internacional”, relata.


Segundo o extensionista, as mulheres rurais da região vêm ganhando protagonismo como empreendedoras, principalmente na condução das agroindústrias de quitandas e doces.


“A presença feminina é fundamental para o desenvolvimento da atividade rural. As mulheres colocam emoção em tudo que fazem, agregando desta forma valor aos produtos. Meu papel como extensionista é mostrar o potencial que elas têm de fazer o desenvolvimento acontecer”, destaca Roberto.


Com informações e imagens: Emater-MG

 
 

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